E de indignar o que aconteceu com o Jornalista sergipano José Cristian Góes que foi condenado por ter escrito uma crônica ficcional sobre o coronelismo. Chego a conclusão que o mundo realmente não é justo, e a justiça está longe de ser o meio para atingirmos esse objetivo.

Como pode uma crônica feita em primeira pessoa, onde não há indicações de datas, citações de ninguém, incomodar alguém a ponto de coloca-lo atrás das grades? Só mesmo alguém com muito poder dentro do TJ como o Edson Ulisses que é vice-presidente do Tribunal de Justiça poderia fazer um atentado desse a democracia e chancelar a crônica do coronelismo.

E inconcebível que a justiça seja usada como arma de cerceamento de expressão. Eu diria mais, é vergonhoso e imoral! Por aquelas bandas parece ser assim que os filhos do totalitarismo agem em época de pseuda democracia. Talvez a solução seja ir morar em outro país para podermos falar do nosso, e de nossos governantes, e também de nossa decadente justiça, pois só assim poderemos ter nossa liberdade de expressão preservada.

Assim também agiu Sarney contra uma blogueira ao processá-la em mais de dois milhões de reais, por ter feito nada mais nada menos que exercer um dos pilares da democracia, ou seja, a liberdade de expressão. Parece que a justiça por lá age em causa própria, e não parece haver ninguém com bom senso disposto a corrigir isso!

Isso não é justo

Isso não é justoA crônica literária “Eu, o coronel de mim” é um texto em estilo de confissão de um coronel imaginário dos tempos de escravidão que se vê chocado com o momento democrático. Chega a ser engraçado se não fosse sério. Parece que a carapuça serviu para alguém!

Saiba mais do assunto aqui.

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