Louco pratica Base Jumping preso a própria pele

Louco pratica Base Jumping preso a própria pele

No mundo em que vivemos, o normal e ser louco, e o louco acaba sendo o normal. Pelo menos assim me parece quando vejo vídeos radicais como esse.

Mas se vocês pararem para analisar bem, o homem é capaz de fazer coisas que só loucos fariam não é mesmo?

Base Jumping já é um esporte radical. Afinal de contas não é qualquer um que tem coragem de salta de penhascos, prédios, antenas e até pontes, só por esporte. Vocês não concordam?

O esporte e baseado em salto livre de lugares como os citados equipados com pára-quedas próprio para aberturas a baixas altitudes. A sigla B.A.S.E vem justamente de “Building Antenna Span & Earth”, ou em bom português, “Prédio, Antena, Ponte e Terra.

Identificamos o louco não apenas por ser um indivíduo capaz de superar os seus medos e ir aos extremos. Isso não seria bem um estado de loucura. Mas em um esporte onde a taxa de mortalidade dos participantes é altíssima, daí a sua proibição em diversos países. Já é um indicativo que o cara realmente tem um parafuso a menos na cabeça.

Pois aquilo que é esporte transpassa a barreira apenas do espírito de aventura, para um espírito quase que de desafio a morte. Ou seriam eles potenciais suicidas?

Se não basta-se tudo que já foi dito aqui, ainda aparece um desses aventureiros a querer botar mais lenha nessa fogueira. Stanislav Aksenov resolveu desafiar ainda mais a vida. Ele literalmente prendeu o paraquedas em seu próprio corpo, e não da maneira tradicional. Ele cravou a pela com argolas que irão mante-lo fixo ao para quedas durante seu salto de 1.460 pés de altitude.

Então eu me pergunto. E louco ou apenas uma manifestação da estupidez humana nos seus limites? Pois se isso não é considerado loucura, acho que os psiquiatras precisarão rever seus conceitos.

Louco pratica Base Jumping preso a própria pele

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