Honestidade é um tesouro

Honestidade é um tesouro

Cheguei a conclusão que a honestidade é um bem precioso tão raro, que quando encontramos alguém com esses atributos, precisamos fazer uma verdadeira festa. Já não é de hoje, que somos surpreendidos algumas vezes com manchetes em TV e jornais sobre alguém que em algum lugar encontrou uma certa quantidade de dinheiro, e que por princípios morais resolveu devolve-lo a seu dono.

Só mesmo pessoas com retidão de caráter seriam capazes de tamanha honestidade. Dinheiro não é um cheque ao portador. Dinheiro não tem dono quando achado na rua, mesmo que dentro de uma carteira.

A honestidade é algo tão raro, mas tão raro, que quando presenciamos um momento desses, precisamos comemorar. O feito acaba se disseminando por todas a mídias como um grande feito. Realmente a honestidade vale mais que qualquer bem, ou dinheiro encontrado. Dificilmente alguém que com tamanha honestidade, o faz, munido de outros interesses.

Honestidade é um tesouro

Está semana, mais uma raridade dessas ganhou a página dos jornais e imprensa em geral. No nordeste dos Estados Unidos, mais precisamente nas ruas de Boston, um morador de rua encontrou dentro de uma mochila, nada mais, nada menos que U$42.000,00 (Quarenta e dois mil dólares).

Dentro da mochila, havia também um passaporte, o que permitiu a identificação do proprietário da mochila. Então o morador de rua, monido de seus valores morais, resolveu procurar a polícia. Entregou a mochila para o Chefe de polícia de Boston, Ed Davis, que de tão surpreso que ficou com o acontecimento, não só agradeceu, como também prestou uma homenagem em uma cerimônia.

Um fato que devemos reparar nesse episódio, é que quem fez essa boa ação, foi um agente completamente desprovido de qualquer capital ou bem material. A ação de devolver algo que não é seu, pode ser a mesma feita entre duas pessoas distintas. Mas tem peso completamente diferente quando essas mesmas pessoas estão em padrões de vida completamente diferentes.

Como alguém que não tem nada é capaz de tamanho despojamento? Talvez esse seja um bom momento para refletir sobre aquele velho ditado que diz que “dinheiro não é tudo na vida”. Talvez esse morador de rua tenha muito mais a ensinar a nos filhos do capitalismo.

Outra coisa que me veio a cabeça, é que alguns ainda serão capazes de dizer que esse morador de rua não passa de um otário e babaca. Fico pensando nos valores morais que estão pessoas devem carregar com elas.

Como para se viver não existe receita, temos que contar com o bom senso da humanidade. O que por sinal e outra característica humana que temos que garimpar para achar.

Veja este artigo de como ser honesto?

E assim caminha a humanidade.

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