Eu odeio pobre

Eu odeio pobre

Se você achou que iria ver só o vídeo da trocadora de ônibus se enganou, mas você poderá constatar que ela não está sozinha, o preconceito anda a passos largos e me permitiu resgatar dois vídeos. Um do Luís Carlos Prates ex-jornalista da RBS e do ainda jornalista e fascista Boris Casoy. Ambos também destilaram todo seu preconceito classista a respeito dos novos emergentes da classe C.

Esses vídeos me remetem a uma pergunta. Porque as pessoas são preconceituosas?

Cientistas da Universidade da Califórnia (EUA) liderados por Jeffrey Sherman parecem que encontrarão a resposta. Segundo eles o preconceito é usado como uma ferramenta de auto-afirmação,  as pessoas criam estereótipos e discriminam quem é diferente para melhorar a própria autoestima. A ideia é mais ou menos assim, “não estou muito feliz comigo”, então, vou criar um parâmetro de comparação onde o outro estará em um padrão “inferior” ao meu e sendo assim me sentirei gratificado.

Como ninguém está imune ao preconceito #FicaAdica: fique esperto. “Quando você se pegar pensando negativamente a respeito de um grupo ou pessoa, procure ir mais além e veja de onde vem sua frustração ou sentimento de inferioridade.

Eu odeio pobre – Versão Boris Casoi

Eu odeio pobre – Versão Luís Carlos Prates

Eu odeio pobre – Versão trocadora de ônibus

Todos os três vídeos possuem em comum a Marginalização social, que em sociologia significa o processo de relegar ou confinar alguém ou alguma coisa a uma condição social inferior, à beira ou à margem da sociedade. Por esta mesma razão, ser marginalizado e estar separado do resto da sociedade.

A marginalização social é um fenômeno que designa a exclusão de grupos sociais, fazendo com que estes não pertençam à sociedade vigente e dominante.

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